Setor de energia eólica está crescendo no Brasil e profissionais da área estão sendo requisitados

Estamos vivendo momentos instáveis na economia brasileira, e devido a  vários problemas enfrentados  a  energia tem  sido um dos principais pontos a serem abordados, pois nesse primeiro trimestre tivemos um aumento elevado na conta de energia.

Mas está  surgindo um  escape, ou podemos dizer que seja uma aposta, mas já está valendo desde que  tenhamos uma solução.

A energia eólica  é uma das propostas para o setor energético brasileiro nos próximos anos.

Junto com ela cresce a  demanda de  Engenheiros  Eólicos, uma  ramo pouco explorado na Engenharia, mas  com boas perspectivas de ascensão.

A energia eólica, nada mais é do que a transformação do vento em energia, como elétrica e mecânica.

Fatores como a crise hídrica dos últimos dois anos têm impulsionado o setor.

Acredita-se que em 2015 a oferta de energia eólica no Brasil deve crescer cerca de 60%, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeeolica).

Regiões como  o Nordeste e o Vale do São Francisco, que  concentram grandes partes das usinas eólicas, apresentam as melhores oportunidades para quem pretende se dedicar ao setor.

Instituições como o SENAI oferecem o curso de especialização  em energia eólica voltada para  formados em nível técnico e  superior.

O curso no  SENAI possui  carga horária de 172 horas e  contemplam disciplinas como fundamentos de  geração eólica, manutenção de turbinas e  engenharia civil na construção de parques eólicos.

O engenheiro especialista poderá trabalhar em  todas as  fases de  desenvolvimento  de uma  usina eólica, desde a  pesquisa das melhores áreas para a instalação até mesmo contribuir para os processos de operação e manutenção de máquinas instaladas.

A profissão está em expansão, do mesmo modo que a fonte eólica e a perspectiva é que  cresça expressivamente  nos próximos anos.

Apesar da  formação  básica  estar  ligada  às  engenharias  tradicionais, como  Civil,  Elétrica e Ambiental, os profissionais devem ter conhecimentos específicos dos dispositivos das máquinas.

É necessário estar atento  às  tendências do setor elétrico, pois existem diversos cursos no Brasil e no exterior com  foco na energia eólica, pois o ramo está buscando profissionais qualificados.

Por André Escobar


Estamos presenciando um momento favorável acerca de admissões de engenheiros para os empregos. Essa profissão está em alta e um relatório feito pelo Instituto de Pesquisas Econômicas aplicada (IPEA) confirma essa informação.

Tal documento afirma que o Brasil precisará até o ano de 2020 de 600 mil a 1,15 milhões de profissionais para atender as demandas das indústrias. Essa situação é a nível mundial.

A escassez desses profissionais se explica pelo fato de ocuparem outras posições no mercado de trabalho diferente de sua área. Isso ocorre por causa da acentuada competência de liderança que os profissionais de engenharia adquirem e aplicam com mais facilidade em qualquer segmento empregatício. Pois, profissionais com características de liderança, o mercado tende a absolver com maior rapidez.

Além disso, é uma carreira que contém oportunidades em outros países e, por isso, alguns estudantes procuram cursos no exterior, com expectativas de proposta de emprego em outros locais e/ou multinacionais.

A profissão exige que o candidato seja competente em aplicar tecnologias, porém, que trabalhe em equipe, item importante e cobrado pelas empresas.

O trabalho em equipe influencia na qualidade da execução das tarefas e impõe mais disciplina aos colaboradores. Além de boa relação interpessoal, que é necessário para realizar tarefas em equipe. Portanto, desenvolver a comunicação também é importante para os profissionais da engenharia.

A empregabilidade destes profissionais deve aumentar nos próximos dez anos para atender as necessidades humanas nas áreas da indústria, serviço, saúde, infra-estrutura, meio ambiente, energias e muitas outras.

Cabe às universidades e órgãos de ensino competentes na formação desses profissionais se especializarem e focarem em ministrar o melhor conteúdo e técnicas para os estudantes dessa profissão fascinante.

Por Railson Tomás de Araújo Lopes





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