Mudanças podem ocorrer devido ao Novo Ensino Médio.

Assunto que tem gerado muita discussão entre professores e alunos, o novo ENEM já começa a traçar mudanças significativas que variam de cada candidato que prestará o exame futuramente.

De acordo com o novo modelo, o exame passará a ser realizado em duas grandes e importantes etapas. A primeira já conhecida por muitos, seriam as provas gerais, ou seja, Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e a uma novidade, a Formação Técnica e Profissional.

O segundo dia ficará por conta da necessidade do candidato de escolher sua carreira no mercado de trabalho, em outras palavras, o estudante realizará a prova de acordo com as matérias preferidas, tendo assim as chances de entrar em uma universidade com mais facilidade.

Prós

Um dos temas que possibilitam a discussão aberta é justamente a escolha de cada candidato, no que se sente mais facilidade. A atual prova exige conhecimentos que o futuro universitário precisa ser ‘convencido’ a estudar mesmo não tendo tanta afinidade, tornando o exame mais difícil e complicado de ser passado e entendido da melhor forma possível.

Este sistema pode ajudar o candidato a tornar a educação brasileira mais competitiva com os chamados países de primeiro mundo e até mesmo se alinhar no ranking da educação em comparação com nossos vizinhos sulamericanos.

Contras

Para pessoas que já terminaram a faculdade ou que estão iniciando sua carreira acadêmica, seria um tanto complicado ter repassado tamanho conteúdo.

Neste sistema pode se tornar mais fácil o nível da prova e aumentar ainda mais a concorrência em níveis de afinidade e não em seu geral, o que é bastante complicado em nossa sociedade.

Um dos problemas analisados é justamente a capacidade que o aluno poderá ter ao realizar a prova, pois vai exigir que essa ‘afinidade’ tenha uma obrigação mais do que extrema de passar no ENEM e consequentemente se dar bem no mercado de trabalho.

O termo geral passará a ser específico, tornando matérias complicadas como exatas (a maioria dos estudantes preferem evitar), apenas um grupo de palavras, deixando de ser ‘obrigada’ e passando a ser apenas complementar.

Outras considerações

Vale lembrar que muitos estudantes reclamam da prova ser longa e extensa, com leituras complicadas e as famosas pegadinhas são um problema a parte dos candidatos como num todo, exigindo um nível de ambiguidade e solução de modo prático e rápido, já que em média temos apenas 3 minutos para resolver cada questão.

Não adianta tentar solucionar o modelo de aprendizado, sendo que o peso maior está no próprio berço e história que o país carrega. É válido alternativas, mas se os primeiros contatos (creche e escola) não dão aval necessário para melhorar o cenário educacional de nosso país, será complicado de adotar um sistema que permite um comodismo a parte dos estudantes nos seus diferentes níveis de conhecimento.

Um dos passos para mudar tal situação é utilizar técnicas que estimulem raciocínio rápido, leituras de grandes textos contextualizadas de maneira mais eficiente, mapas mentais, sudoku e kakuro (matemática principalmente em operações simples), gibis, textos teatrais, folclore, fábulas para estimularem possíveis soluções para histórias indecifráveis como Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas.

Educação a distância

Outro problema apresentado é que os estados poderão oferecer 30% do conteúdo a distância, o que pode acarretar mais problemas do que benefícios.

O comodismo e a falta de disciplina por grande parte dos alunos serão um problema a mais para ser solucionado. O professor é visto como bandido, ou seja, está lá para apenas passar o conteúdo e não como instrutor.

Boa parte das regiões mais afastadas, principalmente de regiões ribeirinhas ou lugares de difícil acesso, não tem condições de ter uma internet adequada, podendo ter dificuldades de aprendizado com uma frequência indesejável ao cenário nacional.

A diminuição das relações com outras pessoas seria um outro grande problema, diminuindo a interação e aumentando a participação dos estudantes no cenário digital, tornando frios e insensíveis nas questões sociais que são necessárias no quesito aprendizado, princípios, ética, moral, além de se tornarem irredutíveis a opiniões adversas as suas, o que já vem acontecendo com uma certa frequência indesejável.

A formação básica terá 1.800 horas, enquanto 1.200 serão para o ensino médio.

Resta saber se essa mudança surtirá efeito no futuro para quem sabe melhorar a educação de nosso país, como também ajudando a preservar os velhos tempos deixados antes deste novo modelo entrar em vigor.

Thalles Cakan


Exame acontecerá no dia 8 de outubro de 2017. Inscrições poderão ser feitas em agosto.

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) divulgou em 26 de junho, segunda-feira, o cronograma relacionado ao Exame Nacional para Certificações de Competências de Jovens e Adultos, o ENCCEJA, exame o qual passará a substituir o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Tal prova, que não tinha sua aplicação desde o ano de 2009, terá também a função de certificação do ensino fundamental.

Quem pode realizar o exame do ENCCEJA

  • Jovens que não puderam concluir, com a idade correta, os seus estudos

  • Possuem no mínimo 15 anos de idade na data do exame, para o caso do ensino fundamental

  • Possuem no mínimo 18 anos de idade na data do exame, para o caso de ensino médio

  • Pessoas que se enquadram nos requisitos acima e estão privadas de liberdade

  • Pessoas que encontram-se fora do Brasil, mas que também atendem aos critérios

O exame será totalmente gratuito.

Datas de realização do ENCCEJA

Nacional

  • Exame: 8 de outubro de 2017

  • Locais: 564 locais considerando todos os estados da União

  • Inscrições: entre 7 e 18 de agosto de 2017

Nacional para pessoas privadas de liberdade (PPL)

  • Exame: 24 e 25 de outubro de 2017

  • Locais: deverão fazer adesão entre 14 e 25 de agosto de 2017

  • Inscrições: entre 21 de agosto de 2017 e 1º de setembro de 2017

Exterior

  • Exame: 10 de setembro de 2017

  • Locais: Boston e Nova Iorque, nos Estados Unidos; Caiena, na Guiana Francesa; Genebra, na Suíça; Londres, na Inglaterra; Nagóia, Hamamatsu e Ota, no Japão; Bruxelas, na Bélgica; Lisboa, em Portugal; Madri, na Espanha; Paris, na França e Amsterdã, na Holanda.

  • Inscrições: entre os dias 3 e 17 de julho de 2017

Exterior para pessoas privadas de liberdade (PPL)

  • Exame: de 11 a 22 de setembro de 2017

  • Locais: em Tóquio, no Japão e Caiena, na Guiana Francesa

  • Inscrições: no período compreendido entre 3 e 17 de julho de 2017

Para informações complementares basta acessar o portal do MEC (Ministério da Educação e Cultura) pelo link http://portal.mec.gov.br/encceja.

Esta será uma boa oportunidade para colocar os estudos em dia e aproveitar novas chances de melhorar o currículo acadêmico futuramente.

Boa sorte!

Por Silvano Andriotti


Saiba aqui o que é e como funciona a modalidade de Treineiro do Enem 2017.

Todo estudante brasileiro sabe que vai chegar um momento em que será preciso realizar o Enem, que é o Exame Nacional do Ensino Médio, que é atualmente um exame muito importante, pois por meio dele milhares e milhares de jovens conseguiram oportunidades em universidades pública e privadas de todo o Brasil.

O primeiro Enem que aconteceu no país foi no ano de 1998, quando foi criado para fazer uma avaliação do desempenho dos alunos que cursavam os anos finais do ensino médio. Com o passar dos anos, o Exame Nacional do Ensino Médio foi sofrendo diversas modificações até se tornar o que ele é hoje, ou seja, até ele ser a principal forma de ingresso em diversas universidades do país.

Qualquer estudante que esteja matriculado e que frequente o ensino médio, seja da rede publica de ensino ou da rede particular, pode realizar o Enem. Porém, os estudantes que ainda não estiverem cursando o 3º ano do ensino médio e que forem menores que 18 anos, realizam o exame na condição de treineiros.

Ou seja, alunos do 1º e 2º anos do Ensino médio podem fazer as provas do Enem para avaliarem seus conhecimentos e conhecerem o sistema de provas do exame, pois a nota obtida por esses alunos não pode ser utilizada na inscrição de nenhum programa que dê acesso a cursos de ensino superior, como o Prouni, Sisu e Fies.

Dessa forma, para que não ocorra nenhum tipo de confusão, os treineiros recebem suas notas somente depois de 60 dias em que o resultado é liberado para os demais alunos, aqueles maiores de 18 anos e que estão no 3º ano do Ensino Médio ou que já o concluíram.

Somente no ano passado, de um total de 8,6 milhões de inscritos, foram contabilizados 1.344.060 participantes na condição de treineiros, representando assim 16% do total de inscritos no Enem.

Agora, para quem possui mais de 18 anos, contudo não possui ensino médio concluído ou que não estejam matriculados, não se incluem nessa condição de treineiros. Para estes casos, a realização do Enem e sua respectiva nota servirá para a obtenção de Certificado de Competências de Jovens e Adultos, que em outras palavras é o certificado de conclusão do ensino médio.

Sirlene Montes


Mudanças no ENEM só acontecerão a partir de 2019.

Para todos os estudantes que cursam o ensino médio e pretendem fazer o Exame Nacional do Ensino Médio ( ENEM), temos uma ótima notícia para acalmar os ânimos. O Ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou que a reforma do ensino médio de todo o país não vai provocar nenhuma mudança significativa de conteúdo nas duas próximas edições do Enem. A informação foi dada ontem pelo ministro, na entrevista coletiva em Brasília, logo após a cerimônia que sancionou a nova lei.

Mendonça Filho reforça que é inevitável que o Enem não tenha mudanças e será necessária a adequação da realidade do novo ensino no Brasil. Ainda segundo o Ministro, algumas mudanças mais substanciais tanto no formato, quanto em todo o conteúdo, serão feitas a partir de 2019 e até lá, todos os estudantes podem ficar tranquilos.

De acordo com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), as escolas brasileiras terão o prazo de dois anos para se adaptarem as novas regras e mudanças feitas no ensino médio no Brasil. O MEC ainda reforça que todas as alterações na mudança do maior exame da rede educacional do Brasil, depende de muitas outras coisas, inclusive do resultado de uma consulta pública, que é bastante complexa e demorada.

A Assessoria de Imprensa do MEC informou, em dezembro passado, que a publicação de todo o conteúdo do edital do Enem 2017 deveria ser publicada em fevereiro. Estima-se que a divulgação do edital seja adiada por motivo da prorrogação do prazo da consulta pública até o dia de hoje, 17. A Medida Provisória (MP) 746 do dia 22 de setembro de 2016 teve aprovação pela Câmara dos Deputados no final de dezembro e teve aprovação no Senado, no dia 8 desse mês. Em suma, a reforma do ensino médio vai aumentar a carga horária escolar de todas as escolas brasileiras, além da implantação de instituições de ensino em período integral, que dividirá o ensino médio em Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e mais cinco áreas exclusivas, que vão permitir que as escolas contratem professores que não possuem diploma em licenciatura para poderem lecionar conteúdo técnico e profissionalizante, além de diversas outras mudanças, como inclusão e exclusão de algumas disciplinas na grade escolar dos alunos.

Rodrigo Souza de Jesus


Senadores deverão votar sobre o Projeto de Reforma do Ensino Médio no início de fevereiro de 2017.

Como já era esperado, a polêmica Reforma do Ensino Médio, anunciada ainda no ano passado, está se aproximando de uma resolução. O projeto é o primeiro a passar pelo Senado em 2017. A votação está prevista para acontecer assim que o Senado retornar as suas atividades no dia 02 do mês de fevereiro.

Desde que foi anunciado, o projeto de Reforma do Ensino Médio tem despertado muita polêmica e recebido inúmeras críticas de especialistas da educação. Tanto que até o momento já passam de 500 emendas.

Até mesmo os estudantes fizeram protestos contra a reforma, ocupando instituições de ensino, no fim do ano passado.

A proposta do governo federal surgiu em setembro de 2016 e já foi apresentada como Medida Provisória, diante disso, se ela for aprovada pelo poder Executivo ela imediatamente entra em vigor.

Porém, para que ela se torne definitiva como lei, deve ser analisada por uma comissão do Congresso Nacional, passando assim para a Câmara dos Deputados e finalmente passar e ser aprovada pelo Senado, tudo isso dentro de um prazo de 120 dias, pois corre o risco de ficar inválida. Dessa forma, para ser validada a REM está na reta final, faltando apenas o aval dos Senadores, que devem votar até o dia 02 de março de 2017, quando o prazo vence.

Dentre vários pontos abordados pela Medida Provisória está a inserção de 257.400 jovens do ensino médio em programas de ensino integral, até o ano de 2018.

Em 2017 serão abertas o equivalente a 148.061 vagas em escolas públicas de todo o país, nessa modalidade de ensino integral.

Com isso, espera-se retirar os jovens que ficam pelas ruas, que evadem da escola e que em certos casos acabam se ocupando de atividades indevidas.

Contudo, o que gerou mais críticas foi o fato de os conteúdos pragmáticos serem modificados, ou melhor, diminuídos, em razão da manutenção de outras áreas como matemática, linguagens, ciências da natureza, formação técnica profissional e ciências humanas. Para isso, algumas disciplinas que até então fazem parte do currículo escolar serão suprimidas, deixando de serem obrigatórias como educação física, ensino de artes, sociologia e filosofia.

Com a implantação da MP, o governo pretende ampliar a carga horária anual que atualmente é de 800 horas passando a 1.400 horas.

E com a aprovação do projeto no dia 02 de fevereiro, a intenção do governo é começar o ano letivo de 2017 já com as novas mudanças.

Sirlene Montes


Conheça aqui mais sobre o Mediotec – Programa de Ensino Técnico para Estudantes do Ensino Médio.

Nesta terça-feira (20), Mendonça Filho, Ministro da Educação do Brasil, anunciou a criação de dois novos programas direcionados para o ensino médio oferecido pela rede pública. O primeiro é o Mediotec e o segundo o Programa de Fomento à Escola em Tempo Integral. De acordo com as informações divulgadas sobre esses programas, eles devem receber juntos uma cifra de R$ 850 milhões vindos de fundos do Estado. O lançamento dos programas ocorreu em uma cerimônia que aconteceu no Palácio do Planalto. O evento teve ainda a participação do presidente Michel Temer e do governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB).

O Mediotec irá disponibilizar cursos de nível técnico e profissionalizantes para os jovens alunos de ensino médio. A previsão é de que seja possível disponibilizar 82 mil vagas já para os primeiros meses de 2017.

Segundo as informações divulgadas até o momento, o governo deverá fazer um repasse na faixa de R$700 milhões prevista para o início de 2017. De acordo com Mendonça Filho, esses recursos já estão sendo trabalhados pelo MEC.

A ideia principal envolvida no Mediatec é que também e ainda no decorrer da realização do curso técnico os alunos possam fazer estágios em empresas previamente mapeadas.

No caso do programa de escola integral, o que está envolvido é a intenção de que sejam oferecidas 520 mil matrículas. Essas vagas serão disponibilizadas por meio de editais. A previsão é de que o primeiro edital já ofereça 263 mil vagas enquanto que o segundo conte com 257 mil.

Por sua vez, e ainda sobre este ponto, o MEC tem a intenção de efetuar um repasse no total de R$ 1,5 bilhões para este programa. O objetivo é que sejam criadas 500 mil novas oportunidades de tempo integral que deverão ser implementadas pelos estados no decorrer dos próximos anos.

É interessante observar que os governos estaduais precisam aderir ao programa. Entretanto, não é descartado em nenhum caso o foco do programa que, aqui, é concentrado em escolas e regiões que apontem índices muito baixos de desenvolvimento sociodemográfico bem como uma maior vulnerabilidade social.

Mendonça Filho também diz que medidas voltadas para a melhoria do ensino infantil e do fundamental estão sendo previstas para 2017. Neste caso, as prefeituras também seriam solicitadas a participar.

Por Denisson Soares


Governo Federal pode lançar Medida Provisória que altera o Ensino Médio no Brasil.

Ao que tudo indica, deve ser anunciado pelo Governo Federal, nessa quinta-feira, dia 22 de setembro de 2016, uma nova Medida Provisória, que acarretará em mudanças no ensino médio em todo o Brasil.

Tratado como uma reestruturação do ensino, de forma que o aluno seja colocado em primeiro lugar, uma das ideias dessa mudança tem ligação com o pensamento e foco voltados para o futuro. Isso porque há uma resolução nova nesse plano: a de que o estudante tenha, além das disciplinas básicas de um currículo, acesso a outras matérias de interesse dele, partindo da concepção de que a grade precisa focar nos cursos superiores e técnicos, como forma de colaborar na formação e escolha de cada um.

O objetivo dessa nova medida e reforma é, principalmente, tornar o ensino médio mais atrativo para quem o está cursando. Atualmente, o nível médio é composto de três anos de estudo, 5 horas diárias de aula e 13 matérias que são obrigatórias. A previsão, portanto, é de que se diminuam as disciplinas, por meio de uma divisão em 4 grupos dessas. Seriam elas: ciências da natureza, ciências humanas, matemática e linguagens.

Sendo assim, conforme o Ministério da Educação, no primeiro ano e na primeira parte do segundo ano, o currículo seria praticamente o mesmo. A partir desse momento, todavia, o aluno já poderia focar e direcionar os seus interesses e prioridades, pensando no que pretende cursar no ensino técnico ou superior. De uma maneira simplificada, portanto, o estudante poderia escolher os assuntos que mais gostaria de aprofundar ou conhecer, de forma a pensar no seu futuro profissional.

A escolha por uma medida provisória foi feita uma vez que, para aprovação da lei pelo Congresso, o processo poderia ser muito demorado. Sendo assim, a ideia é que, já em 2017, esse plano seja colocado em prática, necessitando urgentemente de uma preparação docente para essas mudanças.

O Ideb 2015

Apesar das críticas em relação às alterações na Educação Brasileira, é preciso saber que essa flexibilização vem como uma possível solução e reforma educacional após os baixos índices de desempenho registrados no Índice de Desenvolvimento da Educação, o Ideb 2015. Conforme esse, o ensino médio está em uma das piores situações na comparação às séries iniciais e também as finais da educação fundamental. Isso porque a meta do ano passado era de 4,3, porém, o índice ficou em 3,7.

Além disso, outro dado interessante se refere à taxa de reprovação e de abandono dos matriculados no ensino fundamental e médio. No ensino fundamental, a taxa de reprovação é de 8,2%, sendo que no ensino médio essa é de 11,5%. Já em relação ao abandono, no ensino fundamental somente 1,9% dos alunos desistem, número muito inferior aos 6,8% registrados pelo Ministério da Educação (MEC) no nível médio.

Kellen Kunz





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