Principais causas que ocasionam a depressão em jovens.

A depressão é um transtorno de humor, uma doença crônica que recorre de forma hormonal, genética, física ou causas externas. A doença tem crescido nos últimos anos com muito fervor e ela não atinge apenas os adultos, mas pode atingir ao público infanto-juvenil também. É por este motivo que os pais devem observar mais seus filhos a fim de perceber possíveis sintomas depressivos.

Este público está muito propício e um dos principais motivos é a vivência na escola. Estudar diversas disciplinas e desenvolver trabalhos em grupo são algumas das experiências que levam estudantes do ensino fundamental e médio a sofrer com a doença. O que para alguns parece uma tarefa simples do dia a dia, para outros as provas, trabalhos individuas e em grupo, principalmente, são consideradas como um bicho de sete cabeças. 

Até a década de 70, a depressão neste público era considerada inexistente ou rara, mas no ano de 1975, o Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA (NIMH), reconheceu e oficializou o caso nos pequeninos.

Os sintomas depressivos no público infanto-juvenil são insônia, fadiga, irritação, perda ou ganho de peso, diminuição da capacidade de concentração, sentimento de culpa, diminuição de apetite, isolamento, suicídio, entre outros.

O doutor Dráuzio Varela fala sobre o percentual da doença na infância e adolescência. “A depressão afeta 5% dos adolescentes e 1% das crianças. É difícil tratar essa doença sem os pais estarem cientes das causas e sintomas da enfermidade”, destacou.

As consequências da depressão, além da vivência na escola, também podem surgir por questões hormonais, genética, física ou causas externas em crianças e adolescentes. Entenda:

– Hormonal: Problemas ligados à glândula tireoide é um fator;

– Genética: A depressão pode surgir por hereditariedade (histórico familiar da doença);

– Causas externas: São fatos ocorridos na vida do indivíduo como a perda de um ente querido, notas baixas no colégio, estresse e etc.;

– Física: Infecção é um fator que leva à depressão.

Maria de Lurdes, pernambucana, 50 anos, relata: “É muito importante os pais observarem os filhos em tudo o que fazem, se estão se alimentando bem, se querem brincar ou preferem ficar no quarto isolados, pois eles não têm tanta noção sobre esta doença e suas consequências. A ajuda quem vai oferecer é o adulto ao perceber a doença”, comentou.

Caso a criança ou o adolescente desenvolva o quadro, os pais precisam urgentemente procurar ajuda de um profissional, como psicólogo ou psiquiatra dependendo do caso, que irão desenvolver tratamentos. 

Por Erika Amanda Silva de Souza


O desespero no último ano do ensino médio e posterior ingresso na universidade é característica marcante do jovem estudante brasileiro, que na maioria das vezes passou a vida toda não levando a educação muito a sério, logo, ao se deparar com o último ano do ensino médio percebe que tem pouco tempo para transformar uma má formação, ou uma formação medíocre em uma educação apta a ingressar em uma universidade, sempre, claro, buscando a uma universidade pública, o que leva a outra característica do brasileiro jovem, uma obrigação praticamente de entrar em uma instituição assim.

Entretanto, ao não conseguir atingir a pontuação necessária, em sua maioria, recorre aos cursinhos particulares em busca de recuperar o tempo perdido e conseguir aprender o suficiente para entrar na faculdade. Tornam-se uma máquina de decorar e repetir tudo que o cursinho ensina, regras para decorar coisas que deveriam ser aprendidas são usadas aos montes.

A realidade é que isso é um erro muito comum do brasileiro, "deixar para última hora", quem nunca fez isso? Mas você, que ainda é mais jovem e está ingressando no ensino médio, pare para pensar que sua formação começa desde agora, começa desde o ensino fundamental na verdade e não é fazendo um ano de cursinho que você recuperará o tempo perdido, você pode até passar na tão sonhada faculdade pública, mas na hora que finalmente começar os estudos acadêmicos, sentirá falta de muito estudo que deveria ter feito na época de escola e colegial. 

Não seria melhor fazer uma preparação decente? Aprender as coisas de maneira clara e contínua? Sem métodos que facilitariam um estudo que deve sim, ser demorado? Essa é uma questão que deve ser levantada acerca da educação brasileira. Nossos jovens não são educados, eles são criados para decorar coisas e passar nos vestibulares, e quando se deparam com algumas tarefas na faculdade onde precisam pensar e precisam pesquisar e desenvolver certo raciocínio não conseguem, pois sua formação foi medíocre.

Não jogue fora seu tempo, estude de verdade e se prepare para uma boa formação acadêmica futura.

Por Matheus Noronha Sturari





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