FIES 2018 traz novas regras para 2018. Confira quais são.

Para quem não sabe, houve algumas mudanças no FIES 2018, por isso, os estudantes que têm interesse em usar esse programa de financiamento infantil precisam, antes de qualquer coisa, tomar conhecimento sobre as novas regras.

Não é surpresa que o FIES, Financiamento Estudantil, nos últimos tempos, ajudou inúmeros jovens brasileiros a realizarem o sonho de entrar em instituições de ensino superior. Isso porque, o programa, que pertence ao Governo Federal, possibilita que os estudantes consigam entrar em faculdades privadas de forma que as mensalidades são financiadas. Dessa forma, aqueles que conseguem ganhar desconto de até 100% podem fazer toda a graduação sem preocupar-se em pagar as mensalidades durante o curso e após algum tempo, o estudante pode ter anos para quitar a dívida.

Ainda não entendeu muito bem como funciona o FIES? Pois bem, o FIES é um tipo de financiamento criado essencialmente para estudantes que ingressaram a uma rede privada, mas que não possuem condições financeiras de permanecer na faculdade pagando as mensalidades. E é aí que entra o FIES, que é basicamente, o auxílio financeiro do estudante, que pode começar a pagar esse ''empréstimo'' só depois de ter se formado na faculdade.

Vale ressaltar ainda que mesmo tendo que começar a pagar curso após a formatura, esse financiamento estudantil oferece diversos tipos de financiamento. Justamente, com o intuito de que o estudante consiga encaixar esse valor a ser pago em seu orçamento do mês.

Sabe-se que, nos dias de hoje, os valores das mensalidades de cursos superiores estão cada vez mais elevados e o salário mínimo praticamente não acompanha a esse aumento que cresce a cada ano. Tendo isso em vista, o FIES é um modo alternativo pelo qual inúmeros estudantes podem optar caso não estejam dando conta de pagar as mensalidades do curso em dia. O programa, já ajudou muitas pessoas a se formarem e deve continuar nos próximos anos, porém, a partir de 2018 haverá novas regras.

As regras são as seguintes: o estudante que se formou por meio do FIES não precisa começar a pagar imediatamente, isto é, apenas 18 meses após a conclusão do curso. Além disso, é necessário ter tirado no Exame Nacional do Ensino Médio uma nota de, no mínimo, 450 pontos. A redação do Enem não pode ser zerada pelo candidato. Outras exigências são que o candidato não possua outra formação superior e não esteja cursando qualquer curso por meio do PROUNI. Por fim, não é permitido entrar no FIES participantes que tem renda superior a quase 2,5 salários mensais por pessoa.

Para poder participar do FIES há também outras regras que são mais simples, no entanto valem ser lembradas, isto é, o candidato deve ter um certificado de conclusão do Ensino Médio emitido pelo Ministério da Educação. Além disso, é necessário realizar a prova do Enem, ou seja, o Exame Nacional do Ensino Médio.

Caso o leitor tenha mais dúvidas em relação ao FIES, vale ressaltar que uma pesquisa rápida na internet pode saná-las por meio de sites educativos como o Guia do Estudante, Brasil Escola, Uol, entre muitos outros. Só é necessário que sejam portais de educação seguros em que o leitor tem plena confiança nas matérias postadas.

Estar a par das regras do FIES é importante, já que, como não é surpresa para ninguém, a crise econômica vivenciada houve pela maior parte dos brasileiros, pode ser um verdadeiro encalço para aqueles que almejam fazer um curso superior. Isso porque a maioria das pessoas ganham um salário mínimo ou pouco mais que isso e o preço da mensalidade das faculdades privadas são superiores a esse valor. Por isso, o FIES é de grande importância, pois ajuda milhares de pessoas a conseguirem ter uma formação superior que, hoje em dia, é algo básico para se concorrer ao mercado de trabalho.

Por Ana Paula Oliveira Coimbra


Exame tem novo valor da taxa de inscrição, que será de R$ 82 e outras diversas mudanças e novidades. Confira.

Na última segunda-feira, dia 10 de abril, foram anunciadas pelo Ministério da Educação, o MEC, e publicadas em edital no Diário Oficial, as novas regras para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem. Entre as diversas medidas tomadas está a do reajuste na taxa de inscrição.

É importante ressaltar inicialmente que entre os anos de 2000 até 2014 o valor da inscrição não sofreu qualquer reajuste, custando R$ 35. Já em 2015, o valor da mesma passou para os R$ 63 e, em 2016, para R$ 68.

Sendo assim, o valor que era, até então, 20% mais barato no ano passado, passa a ser agora de R$ 82. Esse cálculo e aumento de R$ 14 é explicado com base no IPCA 2016, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. Além disso, foram calculadas também as perdas inflacionárias, baseadas no valor estipulado e referente às duas últimas edições do exame.

Em relação à isenção no pagamento da taxa, anteriormente era necessário somente apresentar uma declaração que comprovava a baixa renda, sem conferência dessa pelos organizadores. A partir desse momento, todavia, o governo começará a conferir a mesma, cruzando os dados com bancos de dados oficiais, como, por exemplo, o CadÚnico. Já os alunos que estudam em escolas públicas e estão concluindo o ensino médio, automaticamente estão isentos.

Porém, quem se ausentar no dia das provas, não terá mais direito à gratuidade no ano seguinte, a menos que apresente uma justificativa que seja documentada, podendo ser um laudo médico ou boletim de ocorrência. Sendo assim, não valerá mais a autodeclaração como motivo de falta.

Mudanças na prova:

Além das mudanças em relação ao valor, ainda constam no edital outras medidas anunciadas pelo ministro da Educação, Mendonça Filho. Uma delas é relacionada aos dias de prova do Enem. Até então, a prova era realizada em apenas um final de semana, no sábado e domingo. Porém, em 2017, ela ocorrerá em dois domingos seguidos, nos dias 5 e 12 de novembro.

Ainda, a ordem das provas também será alterada. Sendo assim, no primeiro domingo serão aplicados os testes de Códigos e suas Tecnologias, Linguagens, Ciências Humanas e suas Tecnologias e o exame de redação. A duração dessas será de 5 horas e 30 minutos. No segundo domingo acontece a aplicação das provas de Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e as suas Tecnologias. O tempo total será de 4 horas e 30 minutos.

Atendimento Especializado:

Quem precisar de atendimento especializado no dia do exame, precisa ainda inserir o seu laudo médico e indicações de recursos de acessibilidade já no ato da inscrição, diferente do que vinha ocorrendo, em que esses eram solicitados após o prazo. Além disso, o candidato pode solicitar também tempo adicional de 60 minutos (uma hora) para a realização da prova. Anteriormente, toda solicitação era feita no dia e no local da prova.

Para os deficientes auditivos, não havia, até então, a possibilidade de uso de vídeo. Em 2017, todavia, será oferecido o auxílio desse que irá traduzir os itens na língua brasileiros dos sinais. Para isso, também é preciso solicitá-lo ao se inscrever para o Enem.

Reforço na segurança:

Em meio aos diversos problemas enfrentados nas edições anteriores do Enem, as regras de segurança também foram reforçadas para essa edição. Uma recomendação da Polícia Federal criou os cadernos de questões personalizados com o nome do estudante que está realizando a prova.

Nas edições anteriores, ainda não havia personalização dos mesmos. Com essa medida, a PF e organizadores buscam identificar os autores de atos de vazamento de perguntas.

Com tantas mudanças, resta aguardar até o dia 8 de maio de 2017, data publicada no Diário Oficial da União, para início das inscrições do Enem. Quem quiser mais informações pode acessar o site do MEC no www.mec.gov.br.

Por Kellen Kunz


Mudanças nos processos seletivos da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná.

A Universidade Estadual de Maringá (PR) fez o anúncio de algumas mudanças que ocorrerão nos processos de seleção da instituição. As mudanças foram informadas na terça-feira (28) e são relativas ao peso da prova de língua estrangeira em todos os vestibulares e nos Processos de Avaliação Seriada (PAS) e sobre como será o critério de aproveitamento de todas as vagas remanescentes.

A partir do vestibular do final de 2017, a prova de língua estrangeira será de caráter classificatório e não mais eliminatório. Por exemplo, se um candidato zerar a prova de inglês, ele ainda continua no páreo com os outros estudantes, o que não acontecia anteriormente, pois o mesmo era eliminado automaticamente do vestibular.

Segundo a Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), a decisão foi tomada com base no alto índice de candidatos que estavam sendo reprovados nessa disciplina. De acordo com a instituição, no vestibular do ano de 2014, cerca de 40% dos candidatos estavam tirando nota zero na prova de língua estrangeira, o que tornou a decisão quase que obrigatória. Após a análise de outros vestibulares como Unicamp, Universidade Federal do Paraná (UFPR), Fuvest e o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), as provas de língua estrangeira não eram de caráter eliminatório, mas classificatório.

O aproveitamento das vagas remanescentes também foi aprovado pela UEM e autoriza a entrada de novos alunos em vários cursos de graduação oferecidos pela mesma, desde que tenha vagas que não foram preenchidas nos vestibulares. Na verdade, todo candidato aprovado no processo seletivo ou no PAS e que não realizar a matrícula até a data limite, pode fazer a opção de qualquer curso que disponibiliza vagas remanescentes. A aprovação será feita a partir de um novo número de pontos em que as provas de conhecimentos gerais e redação terão peso maior. Se porventura ainda sobrarem vagas remanescentes, os candidatos que fizeram o ENEM nos últimos três anos e que tenham nota superior a 400 pontos na média de todas as provas do exame, poderão se candidatar a elas, caso queiram.

Por Rodrigo Souza de Jesus


Senadores deverão votar sobre o Projeto de Reforma do Ensino Médio no início de fevereiro de 2017.

Como já era esperado, a polêmica Reforma do Ensino Médio, anunciada ainda no ano passado, está se aproximando de uma resolução. O projeto é o primeiro a passar pelo Senado em 2017. A votação está prevista para acontecer assim que o Senado retornar as suas atividades no dia 02 do mês de fevereiro.

Desde que foi anunciado, o projeto de Reforma do Ensino Médio tem despertado muita polêmica e recebido inúmeras críticas de especialistas da educação. Tanto que até o momento já passam de 500 emendas.

Até mesmo os estudantes fizeram protestos contra a reforma, ocupando instituições de ensino, no fim do ano passado.

A proposta do governo federal surgiu em setembro de 2016 e já foi apresentada como Medida Provisória, diante disso, se ela for aprovada pelo poder Executivo ela imediatamente entra em vigor.

Porém, para que ela se torne definitiva como lei, deve ser analisada por uma comissão do Congresso Nacional, passando assim para a Câmara dos Deputados e finalmente passar e ser aprovada pelo Senado, tudo isso dentro de um prazo de 120 dias, pois corre o risco de ficar inválida. Dessa forma, para ser validada a REM está na reta final, faltando apenas o aval dos Senadores, que devem votar até o dia 02 de março de 2017, quando o prazo vence.

Dentre vários pontos abordados pela Medida Provisória está a inserção de 257.400 jovens do ensino médio em programas de ensino integral, até o ano de 2018.

Em 2017 serão abertas o equivalente a 148.061 vagas em escolas públicas de todo o país, nessa modalidade de ensino integral.

Com isso, espera-se retirar os jovens que ficam pelas ruas, que evadem da escola e que em certos casos acabam se ocupando de atividades indevidas.

Contudo, o que gerou mais críticas foi o fato de os conteúdos pragmáticos serem modificados, ou melhor, diminuídos, em razão da manutenção de outras áreas como matemática, linguagens, ciências da natureza, formação técnica profissional e ciências humanas. Para isso, algumas disciplinas que até então fazem parte do currículo escolar serão suprimidas, deixando de serem obrigatórias como educação física, ensino de artes, sociologia e filosofia.

Com a implantação da MP, o governo pretende ampliar a carga horária anual que atualmente é de 800 horas passando a 1.400 horas.

E com a aprovação do projeto no dia 02 de fevereiro, a intenção do governo é começar o ano letivo de 2017 já com as novas mudanças.

Sirlene Montes


Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica é destinado a jovens estudantes universitários de qualquer curso que queiram ingressar na área da pesquisa e que visam se tornar professores

Estudantes universitários, que gostam de realizar pesquisas, já podem ficar felizes e preparar propostas inéditas. As inscrições para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, o PIBIC, estão abertas a desde quinta-feira, 16 de abril de 2015.

O PIBIC, que é um programa integrante do CNPq, já é tradicional nas universidades brasileiras. Dessa forma, ele é destinado a jovens estudantes universitários, de qualquer curso, que queiram ingressar na área da pesquisa, já visando que se tornem futuros professores.

As inscrições podem ser feitas de forma online pelos professores orientadores e devem conter os dados pessoais, projeto de pesquisa, além de uma série de documentos que podem ser acessados no edital do PIBIC.

Assim, é necessário ter um orientador que auxilie na produção do projeto de pesquisa e, futuramente, na pesquisa propriamente dita. Para participar do processo seletivo, que será dividido em duas etapas, primeiramente, é necessário que os candidatos sejam, portanto, estudantes de graduação. Assim, será realizada uma pré-seleção pelo Comitê Institucional de Iniciação Científica, nos dias 16 de maio a 14 de junho. A segunda fase será a seleção propriamente dita, a ser realizada entre 15 a 26 de junho deste ano. No entanto, nesta etapa, os projetos serão avaliados pelo Comitê Externo de Iniciação Científica, que será auxiliado por membros do CNPq, além de pesquisadores do Comitê Institucional de Iniciação Científica.

Caso tenha se interessado e queira se inscrever, acesso o site do Programa em www.cnpq.br/web/guest/pibic até o dia 13 de maio de 2015. Além de despertar o interesse nos alunos para a carreira acadêmica, o PIBIC quer que ocorra um diálogo maior entre estudantes de graduação e pós-graduação.

A bolsa de pesquisa tem duração de um ano e deverá iniciar em agosto de 2015. Os selecionados receberão uma bolsa-auxílio de R$ 400,00 e devem produzir artigos ao longo do ano.

Por Andréa Corneli Ortis


Indústria de autopeças foi o setor que mais se desenvolveu, contando com média salarial de 45,80% acima da média nacional

Na sua opinião, quais são as áreas com as maiores médias salariais do País? Segundo uma pesquisa elaborada pela Catho, a área que mais se desenvolveu foi a indústria de autopeças, que conta com a média salarial de 45,80% acima da média nacional, que corresponde a R$ 2.040,00. Os principais ramos da atividade são:

1) Indústria de autopeças – 45,80% acima da média;

2) Mineração, extração de óleo e gás – 42,30% acima da média;

3) Fabricação de equipamento elétricos e eletroeletrônicos – 38,60% acima da média;

4) Fabricação de papel e similares – 35,53%;

5) Fabricação de equipamento e maquinário industrial, hidráulico e para construção – 33,36% acima da média;

6) Eletricidade, gás, água e serviços sanitários – 26,10% acima da média;

7) Fabricação de calçados – 24,69% acima da média;

8) Fabricação de equipamentos de transporte – 23,81% acima da média;

9) Indústria automotiva – 19,37% acima da média;

10) Agricultura, agropecuária, silvicultura e pesca – 19,11% acima da média.

Na  pesquisa anterior, o destaque era o setor de mineração, extração de óleo e gás, que atualmente está ocupando a segunda posição, conforme pode ser visto na lista acima. Além disso, o estudo elaborado pela Catho também mostrou as áreas que mais cresceram nos últimos 12 meses, tendo destaque o setor de vigilância e transporte de valores com 24,05%, seguido pela área de indústria de equipamento e entretenimento com 20,73%, hotelaria e turismo com 14,17%, setor de agência de propaganda com 5,80% e instituições de ensino médio e fundamental com 5,17%.

Os níveis de escolaridade também refletem na média salarial: um diretor que não concluiu a graduação tem uma média salarial a R$ 14.196,64 e o profissional que investiu em mestrado ou doutorado, por exemplo, este valor pode passar a ser de R$ 19.705,36.

Essa pesquisa de salários e benefícios é realizada pela Catho a cada três meses. Este estudo foi realizado em 2 mil cidades do Brasil e teve mais de 480 mil participações. 

Por Babi


USP está na lista, entre o 51º e 60º lugar. Harvard segue em 1º lugar.

Escolher uma instituição de ensino superior é sempre um desafio. Não só pelo que a Universidade significa e pelo conceito no MEC que ela possui, como também pelas possibilidades de conseguir um bom posto de trabalho posteriormente. É claro que quanto mais conceituado for o centro de ensino melhor para o seu currículo, no entanto, o problema está no custo que isso pode significar.

Deixando a questão econômica de lado, o sonho de todo jovem que tem interesse em alçar altos voos é cursar uma graduação na melhor Universidade que esteja ao seu alcance. Considerando este assunto, foi lançado recentemente o ranking da Time Higher Education, nesta lista constam as 100 Universidades com mais prestígio no mundo. Destas, 43 estão localizadas nos Estados Unidas e somente uma pertence ao nosso País, a USP. Como vem sendo comum nos últimos anos, Harvard ficou com o primeiro lugar no ranking

A supremacia das instituições de ensino norte-americanas vai mais além, das 50 primeiras Universidades na lista, mais da metade pertence aos Estados Unidos, 8 das 10 primeiras colocadas são americanas. Com estes resultados positivos, o país consolida-se como grande polo de graduação com qualidade a nível mundial. 

Conforme foi dito anteriormente, a USP está na lista entre o 51° e 60° lugar, não se sabe ao certo, pois a pesquisa define bem as posições até a 50ª, logo após são divididos em blocos. Se bem que ainda é uma posição bem distante dos primeiros lugares, a USP melhorou bastante, visto que no ano passado encontrava-se entre a 81° e 90° lugar.

Sobre a presença de uma Universidade brasileira na lista, o editor da Times Higher Education, Phil Baty, afirmou que esta instituição tem papel fundamental no desenvolvimento de novos talentos e geração de conhecimento para o País.

O primeiro lugar na lista pertence à Harvard, já o segundo é ocupado pela University of Cambridge localizada no Reino Unido, o terceiro posto está ocupado pela University of Oxford também inglesa.

O quarto lugar pertence ao Massachusetts Institute od Technology (MIT) localizado nos Estados Unidos, o quinto está ocupado pela Stanford University (USA), a sexta posição é da University of California Berkeley dos Estados Unidos.

Na lista feita pela Revista, o sétimo lugar é ocupado pela Princeton University (USA), em oitava posição está a Yale University dos Estados Unidos, em nono lugar está a California Institute of Technology (USA), no décimo posto está a Columbia University (USA).

Por Melina Menezes


O desespero no último ano do ensino médio e posterior ingresso na universidade é característica marcante do jovem estudante brasileiro, que na maioria das vezes passou a vida toda não levando a educação muito a sério, logo, ao se deparar com o último ano do ensino médio percebe que tem pouco tempo para transformar uma má formação, ou uma formação medíocre em uma educação apta a ingressar em uma universidade, sempre, claro, buscando a uma universidade pública, o que leva a outra característica do brasileiro jovem, uma obrigação praticamente de entrar em uma instituição assim.

Entretanto, ao não conseguir atingir a pontuação necessária, em sua maioria, recorre aos cursinhos particulares em busca de recuperar o tempo perdido e conseguir aprender o suficiente para entrar na faculdade. Tornam-se uma máquina de decorar e repetir tudo que o cursinho ensina, regras para decorar coisas que deveriam ser aprendidas são usadas aos montes.

A realidade é que isso é um erro muito comum do brasileiro, "deixar para última hora", quem nunca fez isso? Mas você, que ainda é mais jovem e está ingressando no ensino médio, pare para pensar que sua formação começa desde agora, começa desde o ensino fundamental na verdade e não é fazendo um ano de cursinho que você recuperará o tempo perdido, você pode até passar na tão sonhada faculdade pública, mas na hora que finalmente começar os estudos acadêmicos, sentirá falta de muito estudo que deveria ter feito na época de escola e colegial. 

Não seria melhor fazer uma preparação decente? Aprender as coisas de maneira clara e contínua? Sem métodos que facilitariam um estudo que deve sim, ser demorado? Essa é uma questão que deve ser levantada acerca da educação brasileira. Nossos jovens não são educados, eles são criados para decorar coisas e passar nos vestibulares, e quando se deparam com algumas tarefas na faculdade onde precisam pensar e precisam pesquisar e desenvolver certo raciocínio não conseguem, pois sua formação foi medíocre.

Não jogue fora seu tempo, estude de verdade e se prepare para uma boa formação acadêmica futura.

Por Matheus Noronha Sturari


A Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, está entre uma das melhores faculdades públicas do país e com cursos concorridíssimos. Para o vestibular 2015, a Unicamp oferece 3.320 vagas distribuídas em 70 cursos nos períodos noturno, diurno e matutino.  O curso de Medicina (integral) está entre um dos mais concorridos da Universidade, chegando a 110 vagas com nota mínima de 707.7 na 1ª fase para o ano de 2015.

A prova é composta por duas fases, a 1ª fase ocorrerá no dia 23/11/2014 e é composta por 90 questões de múltipla escolha e objetivas sobre conhecimentos gerais e do ensino médio. A 2ª fase que tem a duração de três dias (11, 12 e 13/01/2015) e é realizada por curso. Composta por redação, língua portuguesa e literatura da língua portuguesa, no primeiro dia; matemática, história, e geografia, no segundo dia e física, química e biologia, no terceiro dia.

As inscrições, que deram início no dia 11/08 a 11/09/2014 já foram encerradas, e os locais de prova e lista de convocados que vai até a 9ª chamada, no dia 24/03/2015 estarão disponíveis exclusivamente no site da Universidade: www.comvest.unicamp.br.

A prova conta com a leitura prévia e completa da lista de livros para o Vestibular Unicamp 2015. Serão nove obras literárias:

– Viagens na minha terra – Almeida Garret;

– Til – Jose de Alencar;

– Memórias de um sargento de milícias – Manuel Antônio de Almeida;

– Memórias póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis;

– O cortiço – Aluísio de Azevedo;

– A cidade e as serras – Eça de Queirós;

– Vidas Secas – Graciliano Ramos;

– Capitães da areia – Jorge Amado;

– Sentimento do mundo – Carlos Drummond de Andrade.

Além da leitura das obras, a interpretação de texto influencia diretamente na qualidade da resposta do candidato na 2ª fase. Ou seja, além da leitura das obras, procure fazer resumos e praticar suas respostas.

Os documentos válidos para serem usados no dia da prova é o documento de identidade, além da cédula de identidade, passaporte, carteira de motorista recente contendo foto, número do RG e assinatura do candidato. Em caso não de possuir nenhum dos documentos citados, leve o Boletim de Ocorrência ou o protocolo de solicitação da 2ª via do RG. Não serão aceitos quaisquer outros tipos de documentos além dos citados.

Por Kauane


A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) ampliou para 40% a quantidade de reserva de vagas para cotistas em 2015. Isso foi decidido através do Conselho Universitário (Consun) da instituição, uma vez que os vestibulandos agora podem ingressar na graduação por meio do vestibular e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Todavia, a decisão ainda prevê que esse índice chegue a 50% nas seleções de 2016, através de determinação de lei federal.

Cabe lembrar que a ampliação na reserva de vagas é válida para ambas as formas de ingresso de vestibular do próximo ano. Assim, ele continua com 70% das vagas e o Sisu com as 30% restantes. Essa proporção respeita a quantidade de cotas estipulada dentro de cada seleção. No ano de 2012, o Consun havia rejeitado o projeto que aumentava a quantidade de reserva de vagas para cotistas. Contudo, um grupo da instituição que estuda as políticas afirmativas teve a ideia de propor esse índice de cotas, o que resultou em um grau satisfatório por parte dos estudantes. A universidade afirma, ainda, que o objetivo da decisão é adequar os processos de ingresso à Lei Federal que exige ampliação gradual do índice de vagas reservadas para 50% até 2016 em todas as instituições federais de ensino.

Entretanto, é importante ressaltar que o candidato precisa aprimorar o conhecimento e estudar com afinco para ser aprovado no vestibular, pois para conseguir uma vaga na instituição é necessário passar por um processo seletivo ou então ter obtido uma boa nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e com isso, se inscrever no Sisu.

A cada ano que passa a tendência é que a quantidade de inscritos nos vestibulares aumente. Todavia, o governo também tem investido nessa área e nos últimos meses abriu várias instituições para níveis de graduação e cursos tecnológicos, o que favoreceu a qualificação de diversas pessoas para o mercado de trabalho.

Por Luciana Viturino


Neste último dia 16 de julho de 2014 o Ministério da Educação informou que estará abrindo na data do dia 31 do mesmo mês o período de recebimento das inscrições para a realização de uma nova seleção para o curso presencial do programa Inglês sem Fronteiras.

De acordo com as informações divulgadas até o momento, as inscrições serão aceitas até o dia 08 de agosto de 2014.

Para esta etapa há uma oferta total de 9 mil vagas para diversas universidades federais em todo o Brasil.

Para estar habilitado a participar do Inglês sem Fronteiras, os candidatos precisam atender algumas exigências, dentre as quais estão as seguintes: ser aluno de graduação, mestrado ou ainda doutorado com matrícula ativa em universidades federais, ter completado até 90% do total da carga horária do respectivo curso e etc.

No que diz respeito à classificação a informação, é de que haverá prioridade para aqueles alunos que sejam graduandos em cursos oferecidos pelo programa Ciência Sem Fronteiras, estudantes que participaram do Enem a partir do ano de 2010 e que tenham obtido uma nota igual ou superior a 600 pontos (já incluindo a redação), candidatos bolsistas ou ex-bolsistas que participaram do programa Jovens Talentos para a Ciência (válido para qualquer curso em graduação) dentre outros.

De acordo com as informações divulgadas até o momento, a carga horária do curso presencial será correspondente a quatro aulas, sendo que cada uma contará com 60 minutos. Serão, no mínimo, duas vezes por semana.

Os locais e horários serão definidos pelas próprias universidades credenciadas. A duração mínima do curso é de 30 dias, sendo que a máxima poderá chegar a 120 dias.

O programa Inglês sem Fronteiras foi lançado pelo Ministério da Educação no ano de 2012. O objetivo é que, por meio dele, fosse possível melhorar a proficiência de universitários brasileiros em relação à língua inglesa.

Para maiores informações consulte o Edital nº 23/2014 disponibilizado pela Sesu do MEC.

Por Denisson Soares





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