UFRN oferta 214 vagas residuais para cursos de graduação em 2018.

Uma grande oportunidade acaba de ser anunciada para você que deseja uma vaga em um curso superior. Pois, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a UFRN vai realizar um novo processo seletivo para o preenchimento de mais de 200 vagas na instituição de ensino superior. As oportunidades são para todos os cursos da universidade. Saiba agora todas as informações sobre esta nova seleção da UFRN.

Informações sobre as vagas oferecidas

Ao todo, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte vai oferecer 214 vagas para os campi de Santa Cruz e Natal. Para este processo seletivo em aberto, os candidatos precisam atender a uma série de especificações, pois essas oportunidades oferecidas são para a ocupação de vagas residuais, ou seja, vagas que sobraram ou para ocupar lugar de outros alunos que desistiram do curso.

Confira agora os requisitos que a UFRN estabeleceu:

– só pode se inscrever neste processo pessoas que estão matriculadas ou já se formaram em um curso superior.

– caso o interessado esteja matriculado em outra universidade, para concorrer a uma das vagas na UFRN ele só pode se inscrever na mesma graduação.

– já os matriculados na UFRN só podem se inscrever em graduações diferentes. Não é permitido, quem frequenta um curso noturno trocar pela mesma graduação só que no período diurno.

– os candidatos já formados podem se candidatar no curso que bem escolher.

– as pessoas que frequentaram alguma graduação da UFRN e não se formaram podem voltar à universidade em qualquer curso.

Confira agora quais cursos, quantas vagas, qual período do dia e modalidade que está sendo oferecida por este novo processo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte:

Campus Santa Cruz:

04 vagas para enfermagem. Períodos: manhã e noite. Modalidade: bacharelado.

Campus Natal:

03 vagas para engenharia têxtil. Períodos: manhã e noite. Modalidade: bacharelado.

03 vagas para engenharia química. Períodos: manhã, tarde e noite. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para engenharia elétrica. Períodos: manhã, tarde e noite. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para engenharia de produção. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para engenharia de alimentos. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para engenharia civil. Períodos: manhã, tarde e noite. Modalidade: bacharelado.

33 vagas para ciências e tecnologia – generalista. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

23 vagas para ciências e tecnologia – generalista. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

02 vagas para arquitetura e urbanismo. Períodos: manhã, tarde e noite. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para turismo. Período: tarde. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para serviço social. Período: tarde. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para pedagogia. Período: tarde. Modalidade: licenciatura.

05 vagas para pedagogia. Período: noite. Modalidade: licenciatura.

04 vagas para letras – língua portuguesa. Período: noite. Modalidade: licenciatura.

02 vagas para letras – língua espanhola. Período: noite. Modalidade: licenciatura.

04 vagas para jornalismo. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

06 vagas para gestão de políticas públicas. Período: tarde. Modalidade: bacharelado.

06 vagas para gestão de políticas públicas. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para direito. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para direito. Período: manhã. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para design. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para comunicação social – pub e propaganda. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para comunicação social – audiovisual. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para ciências econômicas. Período: manhã. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para ciências contábeis. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para ciências contábeis. Período: manhã. Modalidade: bacharelado.

03 vagas para biblioteconomia. Período: tarde. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para administração. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para administração. Período: manhã. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para odontologia. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para nutrição. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

02 vagas para medicina. Períodos: manhã, tarde e noite. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para gestão hospitalar. Períodos: tarde e noite. Modalidade: tecnólogo.

03 vagas para fisioterapeuta. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para farmácia. Período: noite. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para farmácia. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

05 vagas para enfermagem. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

04 vagas para educação física. Períodos: tarde e noite. Modalidade: bacharelado.

03 vagas para ciências biológicas. Períodos: noite. Modalidade: licenciatura.

02 vagas para ciências biológicas. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: bacharelado.

01 vaga para ciências biológicas. Períodos: manhã e tarde. Modalidade: licenciatura.

Processo seletivo

A UFRN definiu que para ocupar uma dessas vagas, os candidatos vão ser submetidos aos seguintes métodos de avaliação:

– Prova de múltipla escolha com perguntas de matemática e língua portuguesa.

– Redação.

– Prova de títulos.

As avaliações estão marcadas para o dia 29 de abril. As provas vão ser aplicadas nas seguintes cidades: Santa Cruz, Currais Novos, Caicó e Natal. Os locais e o horário ainda vão ser informados.

Inscrições

Para realizar a inscrição, basta você acessar o seguinte endereço eletrônico: http://www.comperve.ufrn.br. As inscrições devem ser efetuadas entre o período de 12 de março e 02 de abril de 2018. A taxa de inscrição é de R$ 30,00.

Por Isabela Castro


Fies está com as inscrições abertas para o preenchimento de 75 vagas em cursos de nível superior em universidades privadas.

Para os estudantes que se encontravam na expectativa da abertura de prazo para inscrições no Fies, as notícias que chegam são favoráveis. É que o Ministério da Educação e Cultura já abriu as inscrições do programa para o segundo semestre deste ano de 2017. Os interessados podem se inscrever no Programa de Financiamento Estudantil até a próxima sexta-feira, dia 28 desse mês de julho.

Para fazer a inscrição os estudantes devem acessar o site oficial o programa do governo federal no endereço: http://fiesselecao.mec.gov.br.

De acordo com informações do MEC, em relação às inscrições do segundo semestre do Fundo de Financiamento Estudantil, serão disponibilizadas o equivalente a 75 mil oportunidades em cursos de nível superior em universidades privadas de todo o país.

Os estudantes que se inscreverem no programa podem filtrar as oportunidades por cursos, instituições e cidades, por meio da guia de acesso 'consultar vagas', disponível no endereço eletrônico: http://fiesselecaoaluno.mec.gov.br/consulta/curso.

Como foi anunciado há algum tempo atrás, o programa a partir do ano que vem (2018) terá um novo regulamento, com novas regras. Desse modo, este último semestre ainda considera o regulamento antigo.

Podem se inscrever no programa estudantes que possuem renda familiar per capita bruta que seja superior a três salários mínimos brasileiros. Além do mais, o estudante precisa ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio, a partir do ano de 2010, e que tenham tirado nota de no mínimo 450 pontos na prova e que não tenha zerado a redação.

Uma regra não pode ser desprezada pelos beneficiados é a questão da inadimplência, pois os inadimplentes do programa terão o benefício cancelado. De igual forma, estudantes que já estejam contando com o financiamento para outro curso, também não terão o financiamento concedido.

Nesse sentido, o cronograma para o segundo semestre ficou da seguinte forma:

– As inscrições têm início no dia 25 do mês de julho, esta terça-feira;

– Dia 28 do mês de julho, sexta-feira, as inscrições se encerram;

– Dia 31 do mês de julho o resultado será divulgado.

Dentre as regras que ainda estão valendo estão:

– Renda familiar: de até três salários mínimos per capita;

– Contrato: único;

– Tempo de carência: 18 meses após o fim do curso;

– Limite da mensalidade: até 5 mil reais.

Por Sirlene Montes


Confira aqui a lista com as piores faculdades do Brasil, segundo o MEC.

Quem tem interesse em fazer um curso de graduação pode conferir a lista divulgada pelo Ministério da Educação (MEC) com as piores instituições de ensino superior do Brasil. A relação, recentemente divulgada, contempla faculdades de todas as regiões que obtiveram péssima avaliação do governo federal.

Mais de 2 mil universidades, tanto privadas quanto públicas, foram avaliadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Dessa análise sobre a qualidade do ensino superior, 313 não ultrapassaram nota 2 do Índice Geral de Cursos (IGC).

Com desempenho insatisfatório, entre 1 e 2 no referido índice, o resultado reflete o ano de 2015. A escala varia de 1 a 5, sendo as notas de 3 a 5, consideradas satisfatórias. O IGC é calculado anualmente pelo MEC e é resultado da ponderação média entre conceitos de avaliação dos cursos de pós-graduação, o Conceito Preliminar de Curso (CPC) dos últimos 3 anos e a distribuição dos alunos dos cursos de graduação e pós.

Veja o desempenho por região:

  • Nordeste – A Escola de Engenharia de Agrimensura no estado da Bahia obteve IGC de 0,83. Já em Pernambuco, a instituição com pior desempenho foi a Faculdade de Ciências Agrárias de Araripina com 0,74.
  • Norte – No Amazonas, o Centro Universitário Luterano de Manaus só alcançou 1,93 na escala do MEC. Enquanto que no Acre, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFAC) ficou com pontuação de apenas 1,94. No estado do Tocantins, as instituições com piores notas são a Faculdade Integrada de Araguatins (Faiara) com 0,91; o Centro Universitário UNIRG com 1,81 e a universidade estadual UNITINS com 1,44 de IGC.
  • Sul – A Faculdade de Tecnologia de Cruzeiro do Oeste, no estado do Paraná, é a faculdade com pior nota na região, com 0,91.
  • Sudeste – No estado do Espírito Santo, a Faculdade Cândido Mendes de Vitória teve 0,75 de nota. Enquanto que no Rio de Janeiro, o Centro Universitário Conservatório Brasileiro de Música ficou com 1,85. Já em Minas Gerais, a Escola Superior em Meio Ambiente obteve IGC de apenas 0,22 como pontuação. Em São Paulo, a Faculdade de Música Carlos Gomes teve 0,93; o Centro Universitário Paulistano – UNIPAULISTANA ficou com 1,67; a Faculdade de Tecnologia FATEP alcançou 0,93 e o Instituto Superior de Educação Vera Cruz obteve 0,88.
  • Centro-oeste – Em Goiás, o Instituto Unificado de Ensino Superior Objetivo e a Faculdade Jataiense tiveram respectivamente 1,91 e 0,99 no IGC.

Veja a lista completa aqui.

Melisse V.


Inscrições seguem abertas até o dia 5 de junho de 2017.

Para quem reside na região Sul e sonha e fazer Medicina, a UNIVATES, localizada na cidade de Lajeado, região central do estado do Rio Grande do Sul, está com inscrições abertas para o seu vestibular de inverno de 2017.

A instituição de ensino superior, fundada há cerca de 50 anos, atende toda a região sul e está também com inscrições abertas para o vestibular de suas outras opções de graduação, totalizando mais de 40 cursos de graduação presencial e dois cursos na modalidade de Ensino a Distância (EAD).

Além da graduação, a universidade oferece cursos de pós-graduação e tecnológico em diversas áreas. Os interessados que queiram mais detalhes poderá acessar o endereço: www.univates.br/naestrada/por-que-a-univates e obter todos os detalhes de cada um.

Para o seu próximo vestibular de inverno, a instituição está com as inscrições abertas desde o dia 15 de maio e as mesmas deverão prosseguir até o dia 05 de junho de 2017. A taxa de inscrição é única e o valor a ser cobrado deverá ser de R$ 60,00.

As inscrições poderão ser feitas ser feitas diretamente no site www.univates.br/processoseletivo. Neste endereço, o candidato deverá preencher a sua ficha de inscrição online e emitir o boleto para o pagamento d da taxa. Neste mesmo local, o candidato também deverá escolhe o curso de sua preferência. Vale lembrar que as inscrições serão validadas somente após a confirmação do pagamento da taxa pela instituição bancária correspondente.

Para facilitar o acesso dos candidatos ao processo seletivo a universidade deverá realizar as provas no próprio Campus da instituição. A data para a realização das provas será no dia 11 de junho, das 13h30 às 16h.

Além disso, é importante que o candidato informe um endereço de e-mail válido no ato de inscrição pela internet. Será através do mesmo que todos os candidatos serão informados de seus respectivos locais de realização das provas.

No processo seletivo, o candidato será submetido a uma prova de redação e para aqueles que fizeram o último Enem, a nota deverá ser aproveitada para a avaliação do aluno. Além disto, para aqueles que usarem os pontos do exame nacional, será acrescido a nota mais alta do vestibular da instituição para o processo de seleção dos futuros alunos.

Por Emmanoel Gomes


21 instituições de Portugal utilizam o Enem para selecionar e admitir alunos brasileiros.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma das principais avaliações para acesso a universidades públicas e privadas no Brasil. No entanto, as notas obtidas no Enem podem também ser utilizadas por candidatos que desejam estudar em Portugal.

Nesta semana, mais três universidades lusófonas passaram a aceitar futuros estudantes brasileiros: Escola Superior de Saúde do Vale de Sousa, Instituto Universitário de Ciências da Saúde e Escola Superior de Saúde do Vale. Dessa forma, agora são, no total, 21 instituições que utilizam esses resultados para seleção e admissão de alunos brasileiros.

Isso foi feito através de acordo assinado em Brasília, no dia 16 de março de 2017, entre representantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e da Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (Cespu). Esta última é mantenedora das universidades portuguesas citadas, localizadas na cidade do Porto. Até o momento, 20% das vagas dessas instituições são voltadas para alunos de outras nacionalidades.

Como será feito o processo se seleção de alunos brasileiros:

A aprovação dos futuros candidatos para as três universidades se dará da seguinte maneira: a nota obtida na prova de “Ciências da Natureza e suas Tecnologia” será somada à média de notas atingida por eles durante todo o Ensino Médio.

Custos das universidades portuguesas:

Vale lembrar que muitas universidades portuguesas, que integram a lista de acordos, cobram mensalidade em euros, taxas e outros custos. Porém, muitas vezes, é possível concorrer a bolsas de desconto, alojamento e alimentação.

Também é importante que os interessados fiquem sempre atentos aos períodos de inscrição para vagas e cursos disponíveis, para que não percam essa oportunidade. Isso pode ser feito acessando o site das universidades e observando as documentações necessárias para o ingresso. É importante, ainda, preparar visto para poder permanecer no país durante o período de estudos.

Além disso, quem concluir essa etapa educacional em Portugal poderá dar continuidade a outros estudos na Europa, se tiver interesse. Sendo assim estará habilitado a realizar pós-graduação (especializações, mestrado e/ou doutorado) em outras instituições de qualquer país que integre esse continente. Para acessar a lista completa de universidades portuguesas que aceitam alunos por meio das notas do Enem, clique aqui agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-03/mais-tres-instituicoes-portuguesas-passam-aceitar-o-enem-total-sobe-para-21.

Por Camilla Silva


Confira aqui a lista com as melhores universidades do Brasil no ano de 2016.

Para quem é estudante no Brasil e possui dúvidas em relação à qualidade das universidades brasileiras, as notícias são muito favoráveis. Em uma lista composta pelas melhores faculdades e universidades da América Latiana, realizada pela Times Higher Education (THE), as instituições de ensino superior do Brasil são as que mais se destacam.

A começar pela USP e Unicamp, que encabeçam a lista que traz as 50 melhores e mais conceituadas instituições latino-americanas.

Dentre as 50 listadas pela THE, 23 são brasileiras, 11 são do Chile, 8 do México, 4 da Colômbia, 2 da Venezuela e Costa Rica e Peru possuem uma.

Entre as Melhores universidades brasileiras destacam-se as seguintes (todas as listadas fazem parte da lista da Times Higher Education):

  • 1º) USP: Com ensino nota 92,7;
  • 2º) UNICAMP: Com ensino nota 91,1;
  • 3º) UFRJ (Universidade Federal Rio De Janeiro): Com ensino nota 84,7;
  • 4º) PUC- Rio: Com ensino nota 61,4;
  • 5º) UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais): Com ensino nota 81,9;
  • 6º) Unesp (Universidade Estadual Paulista): Com ensino nota 81;
  • 7º) UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina): Com nota de ensino 73,4;
  • 8º) UFPE (Universidade Federal de Pernambuco): Com nota de ensino 70,9;
  • 9º) UFV (Universidade Federal de Viçosa): Com nota de ensino 70,6;
  • 10º UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro): Com nota de ensino 62,4;

O Brasil é um país que possui um elevado número de universidades, sejam elas do setor público ou privado. Mas nem toda instituição de ensino superior possui a qualidade necessária na formação de novos profissionais, que futuramente ocuparão diversas colocações no mercado de trabalho e na sociedade.

A realização de uma lista de 10 melhores universidades brasileiras é elaborada a partir da consideração e comparação de uma série de fatores, como: proporção do número de professores para alunos, proporção de professores que possuam mestrado e doutorado, reputação no meio acadêmico, número de pesquisas e publicações e relação com índices de empregabilidade. Pois a junção de todos esses fatores é responsável pela excelência e relevância do ensino aplicado.

Muitas vezes algumas empresas empregadoras em vários segmentos levam em consideração a instituição de ensino superior em que se graduou o candidato a uma vaga. Diante disso, a recomendação é que antes de entrar para a universidade, o estudante realize uma pesquisa sobre sua avaliação no meio acadêmico.

Para saber mais sobre universidades e datas de vestibulares, continue acompanhando o nosso site.

Sirlene Montes


Foi divulgada uma lista com as 50 melhores universidades da América Latina para os anos de 2016 e 2017. Nela encontram-se as 15 melhores faculdades do Brasil.

A consultoria britânica de educação de nível superior Times Higher Education (THE) divulgou uma lista com as 50 melhores universidades da América Latina para os anos de 2016 e 2017.

Os resultados da classificação foram realizados com base nos indicadores de desempenho de 5 categorias: ensino, perfil internacional, citações, pesquisa e transferência de tecnologia.

A lista completa tem uma classificação total com as 50 universidades da América Latina e das 23 brasileiras indicadas, 15 obtiveram ótimos resultados.

No ranking geral a Universidade de São Paulo (USP) lidera sendo a melhor universidade da América Latina. E entre as 10 melhores, 5 são universidades brasileiras.

Confira abaixo a lista que destaca quais são as 15 melhores faculdades do Brasil:

1º Universidade de São Paulo

Posição no ranking – 1º

Nota geral – 84,6

2º Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Posição no ranking – 2º

Nota geral – 87,3

3º Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Posição no ranking – 5º

Nota geral – 73,3

4º Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio)

Posição no ranking – 6º

Nota geral – 70,5

5º Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Posição no ranking – 7º

Nota geral – 69,6

6º Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Posição no ranking – 11º

Nota geral – 64

7º Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Posição no ranking – 12º

Nota geral – 61,9

8º Universidade Federal de Viçosa (UFV)

Posição no ranking – 16º

Nota geral – 55,4

9º UFABC

Posição no ranking – 18º

Nota geral – 52,7

10º Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Posição no ranking – 20º

Nota geral – 52,4

11º Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Posição no ranking – 21º

Nota geral – 52,3

12º Universidade Federal de Lavras (UFLA)

Posição no ranking – 22º

Nota geral – 50

13º Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

Posição no ranking – 23º

Nota geral – 48,6

14º Universidade Federal Fluminense (UFF)

Posição no ranking – não informada

Nota geral – 26º / 30º

15º Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Posição no ranking – não informada

Nota geral – 31º / 35º

Você pode acessar o ranking completo das 50 melhores universidades da América Latina no site do Times Higher Education.

Por Luana Lima


Alguns pontos devem ser levados em consideração no momento de escolher qual faculdade cursar.

Após fazer a grande escolha de qual curso prestar, o vestibulando se encontra em outro grande dilema: Qual universidade escolher? Existem diversas universidades disponíveis e, mesmo depois de reduzir a escolha para apenas aquelas que possuem o curso desejado, o número ainda é grande.

Por esse motivo, há alguns critérios que podem auxiliar o estudante nessa escolha. Verifique no site da instituição a qualidade do corpo docente. Verificando a qualidade do corpo docente é possível ter uma noção da qualidade do curso, uma vez que será ministrado pelos professores. É possível visitar o site ou procurar o Currículo Lattes dos profissionais.

Se possível, faça uma visita na faculdade que tem em mente. Dessa forma, será possível observar a infraestrutura dela e as instalações. Dê uma olhada nas salas de aula, na biblioteca, nos laboratórios ou hospital (no caso de cursos como medicina e medicina veterinária). Também observe a praça de alimentação e os locais de lazer. Uma boa estrutura indica que há preocupação do corpo administrativo da instituição com os alunos, o que pode refletir fortemente na qualidade do ensino.

Também é possível verificar o valor do diploma de determinada instituição no mercado de trabalho. Não há garantia de vagas por ter estudado em determinada faculdade, mas o peso no currículo será diferente.

Se você pretende fazer intercâmbios, estudar ou trabalhar no exterior, entre no site da instituição e procure quais os convênios que ela possui com determinadas universidades de outros países. Tendo isso em mente, será possível ampliar seus horizontes, seja em empresas exteriores ou fazendo pesquisas nessas universidades.

Outro ponto importante é verificar a avaliação da universidade pretendida no Exame Nacional de Cursos e no Enade. Isso te dará um maior cenário para verificar a qualidade da instituição em nível nacional.

Depois de conferir o quão boa determinada faculdade pode ser, considere pontos mais pessoais como, por exemplo, o custo de estudar nela. Visto que é bem possível que o vestibulando vá para uma faculdade em uma cidade diferente daquela que mora, deve-se ter em mente os custos com alimentação, transporte e/ou moradia. Ao fazer os cálculos, muitas vezes sairá mais caro estudar em uma faculdade pública em outra cidade do que pagar uma particular na própria cidade.

No entanto, se a escolha for uma faculdade particular, verifique os preços e as possibilidades de bolsas de estudos.

Por fim, se há dúvida entre instituições de uma mesma cidade que possuem qualificações semelhantes, decida-se pela localização. Escolhendo a que estiver mais perto de sua residência ou local de trabalho diminui-se consideravelmente os custos com transporte.

Por Isabela Palazzo


A Forbes apresentou a classificação das 15 principais universidades norte-americanas.

Uma das perguntas que passa pela maioria das pessoas é “quanto custa para estudar nas melhores faculdades dos EUA no ano de 2015”?

Os EUA são considerados um dos melhores países quando os estudantes pesam o investimento na educação superior, tanto que nos últimos dias as Forbes fez uma importante pesquisa onde leva em consideração:

  • O índice de satisfação dos alunos;
  • Os fatores ligados direto ao financiamento e à dívida estudantil;
  • O tempo médio até a conclusão da graduação;
  • O percentual de alunos que conquistam as bolsas de estudos concedidas por instituições prestigiadas no país.

Abaixo temos uma classificação da Forbes das 15 principais universidades americanas, que são:

1.       Pomona College, no Claremont, e com um custo anual no valor de US$ 62.632;

2.       Williams College, em Williamstown, e no qual o estudante deve se preparar para desembolsar por ano US$ 64.020;

3.       Stanford University, em Stanford, tem um custo anual no valor de US$ 62.801;

4.       Princeton University, em Princeton, apresenta um custo anual de US$ 58.965;

5.       Yale University, em New Haven, no valor anual de US$ 63.970;

6.       Harvard University, em Cambridge (nesse caso não confunda com Cambridge, na Inglaterra, pois no EUA tem uma localidade com esse nome), com um custo de US$ 62.250;

7.       Swarhmore College, em Swarthmore, no valor anual de US$ 62.450;

8.       Brown University, localizado em Providence, já apresenta um custo de US$ 62.694;

9.       Amherst College fica em Amherst e tem exatamente um custo anual que fica no valor de US$ 64.006;

10.   Massachusetts Institute of Technology (MIT), um dos institutos mais famosos que existe no planeta, fica também em Cambridge, mesma localidade da Harvard University e tem um custo anual de US$ 61.030;

11.   United States Military Academy West Point, que fica em West Point, mas a Forbes não informou o valor anual para quem quer ingressar nesse local;

12.   University of Pennsylvania, na bem conhecida Philadelphia e com um custo ao ano de US$ 64.200;

13.   University of Notre Dame, em St. Marys, e com um custo por ano de US$ 62.461;

14.   Dartmouth College, em Hanover, apresenta um custo anual de US$ 65.133;

15.   E, por último, temos a Columbia University, em Nova York, e com um custo anual que chega em US$ 66.604.

Por Fernanda de Godoi


USP lidera a lista das melhores universidades da América Latina, seguida da Unicamp e da Pontifícia Universidade Católica do Chile.

A USP (Universidade de São Paulo) voltou a figurar na liderança do ranking de melhores universidades da América Latina. O ranking, elaborado pela Quacquarelli Symonds, é uma das principais referências internacionais em avaliar instituições de ensino superior.

Em 2014, a USP havia perdido a liderança para a chilena Pontifícia Universidade Católica, que no ranking atual aparece na terceira posição.   

O ranking, que foi divulgado no dia 9 de junho, avaliou 300 instituições que foram enquadradas em sete critérios como quantidade de professores com doutorado, citações científicas e reputação acadêmica e de mercado.

Outra universidade brasileira bem colocada, também localizada no estado de São Paulo, é a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) que figura na segunda posição do ranking. No ano passado, a instituição de Campinas apareceu em terceiro lugar.   

Há outras universidades brasileiras bem posicionadas no ranking da Quacquarelli Symonds, como a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em quinto, a Unesp (Universidade Estadual Paulista), em oitavo, e a Universidade de Brasília, em décimo.

Cerca de 18 instituições de ensino brasileiras estão entre as 100 melhores, em sua maioria federais. Na lista, o segundo país com maior número de universidades representantes é a Argentina, com 15. O Chile é representado por 14 instituições.  Marco Antonio Zago, reitor da USP, afirmou, em nota, que apesar das oscilações anuais que são comuns, "há uma tendência geral a progresso", confirmado por diferentes rankings. Zago ainda ressaltou que a maioria das instituições de ensino que lidera esses ranking tem tamanho muito inferior a da Universidade de São Paulo, que conta com mais de 90 mil alunos. Desde o início da publicação da lista, a universidade paulista só não esteve na primeira posição em 2014.   

Confira abaixo as 10 melhores universidades colocadas: 

1. Universidade de São Paulo (USP); 

2. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); 

3. Pontifícia Universidad Católica de Chile; 

4. Universidad de Chile; 

5. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); 

6. Universidad Nacional Autónoma de México (Unam); 

7. Universidad de Los Andes Colombia; 

8. Universidade Estadual Paulista "Júlio De Mesquita Filho" (Unesp); 

9. Tecnológico de Monterrey; 

10. Universidade de Brasília (UNB).

Por William Nascimento


Prazo foi prorrogado até o dia 29 de maio para a renovação dos contratos do FIES.

O Ministério da Educação e Cultura – MEC – anunciou na última quinta-feira (23), as prorrogações para a renovação de contratos do FIES. O prazo, que era até 30 de abril, foi prorrogado até o dia 29 de maio.

É importante lembrar que esse novo prazo é para os alunos que já têm o financiamento pelo  FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) e que precisam apenas renovar, para as novas adesões, o prazo continua sendo 30 de abril. A decisão, segundo m MEC, foi tomada em conjunto com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, e que essa ação é para que os alunos que ainda tentam aditar seus contratos no sistema, tenham mais segurança e mais tranquilidade.

De acordo com o último balanço, anterior a 23 de abril, de 1,9 milhão de contratos que precisavam ser renovados, apenas 1,6 milhão havia sido aditado até então – faltava ainda a renovação de 296 mil contratos. De acordo com o ministro da Educação, Renato Janine, estudantes relataram dificuldades em acessar o sistema, mas que a pasta trabalhava para garantir o funcionamento do sistema, para que todos consigam aditar suas renovações.

As mudanças foram publicadas no Diário Oficial da União, na segunda-feira (27), quando o novo prazo passou a valer. Além da renovação semestral dos contratos de financiamento, a prorrogação também contempla os casos de transferência integral de curso, de instituição de ensino ou de solicitação para dilatação do prazo de financiamento (tudo relacionado ao primeiro semestre de 2015). É também válido para o aditamento de suspensão temporária, referente ao período do segundo semestre de 2013 e ao primeiro e segundo semestres do ano de 2014.

Onde fazer os aditamentos:

Devem ser feitos pelo SisFies, que é o Sistema Informatizado do Fies, que se encontra disponível nos seguintes endereços: www.mec.gov.br e www.fnde.gov.br, os sites do Ministério da Educação e do Fundo de Desenvolvimento da Educação, respectivamente.

Por Elia Macedo


USP está na lista, entre o 51º e 60º lugar. Harvard segue em 1º lugar.

Escolher uma instituição de ensino superior é sempre um desafio. Não só pelo que a Universidade significa e pelo conceito no MEC que ela possui, como também pelas possibilidades de conseguir um bom posto de trabalho posteriormente. É claro que quanto mais conceituado for o centro de ensino melhor para o seu currículo, no entanto, o problema está no custo que isso pode significar.

Deixando a questão econômica de lado, o sonho de todo jovem que tem interesse em alçar altos voos é cursar uma graduação na melhor Universidade que esteja ao seu alcance. Considerando este assunto, foi lançado recentemente o ranking da Time Higher Education, nesta lista constam as 100 Universidades com mais prestígio no mundo. Destas, 43 estão localizadas nos Estados Unidas e somente uma pertence ao nosso País, a USP. Como vem sendo comum nos últimos anos, Harvard ficou com o primeiro lugar no ranking

A supremacia das instituições de ensino norte-americanas vai mais além, das 50 primeiras Universidades na lista, mais da metade pertence aos Estados Unidos, 8 das 10 primeiras colocadas são americanas. Com estes resultados positivos, o país consolida-se como grande polo de graduação com qualidade a nível mundial. 

Conforme foi dito anteriormente, a USP está na lista entre o 51° e 60° lugar, não se sabe ao certo, pois a pesquisa define bem as posições até a 50ª, logo após são divididos em blocos. Se bem que ainda é uma posição bem distante dos primeiros lugares, a USP melhorou bastante, visto que no ano passado encontrava-se entre a 81° e 90° lugar.

Sobre a presença de uma Universidade brasileira na lista, o editor da Times Higher Education, Phil Baty, afirmou que esta instituição tem papel fundamental no desenvolvimento de novos talentos e geração de conhecimento para o País.

O primeiro lugar na lista pertence à Harvard, já o segundo é ocupado pela University of Cambridge localizada no Reino Unido, o terceiro posto está ocupado pela University of Oxford também inglesa.

O quarto lugar pertence ao Massachusetts Institute od Technology (MIT) localizado nos Estados Unidos, o quinto está ocupado pela Stanford University (USA), a sexta posição é da University of California Berkeley dos Estados Unidos.

Na lista feita pela Revista, o sétimo lugar é ocupado pela Princeton University (USA), em oitava posição está a Yale University dos Estados Unidos, em nono lugar está a California Institute of Technology (USA), no décimo posto está a Columbia University (USA).

Por Melina Menezes





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