A Forbes apresentou a classificação das 15 principais universidades norte-americanas.

Uma das perguntas que passa pela maioria das pessoas é “quanto custa para estudar nas melhores faculdades dos EUA no ano de 2015”?

Os EUA são considerados um dos melhores países quando os estudantes pesam o investimento na educação superior, tanto que nos últimos dias as Forbes fez uma importante pesquisa onde leva em consideração:

  • O índice de satisfação dos alunos;
  • Os fatores ligados direto ao financiamento e à dívida estudantil;
  • O tempo médio até a conclusão da graduação;
  • O percentual de alunos que conquistam as bolsas de estudos concedidas por instituições prestigiadas no país.

Abaixo temos uma classificação da Forbes das 15 principais universidades americanas, que são:

1.       Pomona College, no Claremont, e com um custo anual no valor de US$ 62.632;

2.       Williams College, em Williamstown, e no qual o estudante deve se preparar para desembolsar por ano US$ 64.020;

3.       Stanford University, em Stanford, tem um custo anual no valor de US$ 62.801;

4.       Princeton University, em Princeton, apresenta um custo anual de US$ 58.965;

5.       Yale University, em New Haven, no valor anual de US$ 63.970;

6.       Harvard University, em Cambridge (nesse caso não confunda com Cambridge, na Inglaterra, pois no EUA tem uma localidade com esse nome), com um custo de US$ 62.250;

7.       Swarhmore College, em Swarthmore, no valor anual de US$ 62.450;

8.       Brown University, localizado em Providence, já apresenta um custo de US$ 62.694;

9.       Amherst College fica em Amherst e tem exatamente um custo anual que fica no valor de US$ 64.006;

10.   Massachusetts Institute of Technology (MIT), um dos institutos mais famosos que existe no planeta, fica também em Cambridge, mesma localidade da Harvard University e tem um custo anual de US$ 61.030;

11.   United States Military Academy West Point, que fica em West Point, mas a Forbes não informou o valor anual para quem quer ingressar nesse local;

12.   University of Pennsylvania, na bem conhecida Philadelphia e com um custo ao ano de US$ 64.200;

13.   University of Notre Dame, em St. Marys, e com um custo por ano de US$ 62.461;

14.   Dartmouth College, em Hanover, apresenta um custo anual de US$ 65.133;

15.   E, por último, temos a Columbia University, em Nova York, e com um custo anual que chega em US$ 66.604.

Por Fernanda de Godoi


Foram liberados R$ 9,8 bilhões para o MEC e deste valor, R$ 5,178 bilhões serão destinados ao Fies. Interessados podem fazer a inscrição para o financiamento estudantil até o dia 6 de agosto.

Uma boa notícia para aqueles que têm interesse em fazer parte do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é o fato do Governo ter liberado o valor de R$ 5,178 bilhões para esse programa, conforme dados divulgados na última sexta-feira, dia 31/07, através do Diário Oficial da União.

Para ter uma ideia de como isso é importante tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o próprio ministro Nelson Barbosa (responsável pelo Planejamento), informaram que foi liberado o valor de exatamente R$ 9,8 bilhões direto para o Ministério da Educação (MEC) e que desse montante os mais de R$ 5 bilhões serão enviados diretamente para suprir as necessidades do Fies.

A quantidade estipulada para o Fies está dividida da seguinte forma:

  • A Concessão de Contratos do Programa vai contar com R$ 4,2 bilhões;
  • A Administração do Programa já vai dispor do valor de R$ 578 milhões;
  • E por último temos a Integralização de cotas voltadas para o Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGEDUC) que vai receber R$ 400 milhões.

Outra boa notícia, além de todas essas informações, é que esse crédito é considerado como extraordinário, ou seja, ele é um valor que está fora do que havia sido estipulado pelo Governo Federal para atender a demanda dos serviços da área da Educação. Temos ainda dados que a quantia de R$ 35,8 milhões está destinada direto para atender os cursos de pós-graduação e também outros de educação superior, que no final vão ajudar vários estudantes espalhados por todo o território brasileiro a terem uma formação de qualidade.

Do valor total que o Governo Federal concedeu para o MEC, R$ 4,6 bilhões serão oferecidos para a subvenção econômica em Operações de Financiamento, ou seja, vai atender o Programa de Sustentação do Investimento e também o Programa Emergencial de Reconstrução de Municípios Afetados por Desastres Naturais.

Agora que sabe a respeito das informações sobre o destino de todo esse montante, fique atento para o período que será realizado as inscrições no site fiesselecao.mec.gov.br, que segundo informações do próprio Diário Oficial da União começaram no dia 03/08 e terminam já no dia 06 do mesmo mês, ou seja, se você tem o interesse em conseguir estudar através de um financiamento estudantil, não perca mais tempo e fique atento às informações do site, pois é bem provável que a demanda para se inscrever seja enorme.

Por Fernanda de Godoi


USP lidera a lista das melhores universidades da América Latina, seguida da Unicamp e da Pontifícia Universidade Católica do Chile.

A USP (Universidade de São Paulo) voltou a figurar na liderança do ranking de melhores universidades da América Latina. O ranking, elaborado pela Quacquarelli Symonds, é uma das principais referências internacionais em avaliar instituições de ensino superior.

Em 2014, a USP havia perdido a liderança para a chilena Pontifícia Universidade Católica, que no ranking atual aparece na terceira posição.   

O ranking, que foi divulgado no dia 9 de junho, avaliou 300 instituições que foram enquadradas em sete critérios como quantidade de professores com doutorado, citações científicas e reputação acadêmica e de mercado.

Outra universidade brasileira bem colocada, também localizada no estado de São Paulo, é a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) que figura na segunda posição do ranking. No ano passado, a instituição de Campinas apareceu em terceiro lugar.   

Há outras universidades brasileiras bem posicionadas no ranking da Quacquarelli Symonds, como a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), em quinto, a Unesp (Universidade Estadual Paulista), em oitavo, e a Universidade de Brasília, em décimo.

Cerca de 18 instituições de ensino brasileiras estão entre as 100 melhores, em sua maioria federais. Na lista, o segundo país com maior número de universidades representantes é a Argentina, com 15. O Chile é representado por 14 instituições.  Marco Antonio Zago, reitor da USP, afirmou, em nota, que apesar das oscilações anuais que são comuns, "há uma tendência geral a progresso", confirmado por diferentes rankings. Zago ainda ressaltou que a maioria das instituições de ensino que lidera esses ranking tem tamanho muito inferior a da Universidade de São Paulo, que conta com mais de 90 mil alunos. Desde o início da publicação da lista, a universidade paulista só não esteve na primeira posição em 2014.   

Confira abaixo as 10 melhores universidades colocadas: 

1. Universidade de São Paulo (USP); 

2. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); 

3. Pontifícia Universidad Católica de Chile; 

4. Universidad de Chile; 

5. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); 

6. Universidad Nacional Autónoma de México (Unam); 

7. Universidad de Los Andes Colombia; 

8. Universidade Estadual Paulista "Júlio De Mesquita Filho" (Unesp); 

9. Tecnológico de Monterrey; 

10. Universidade de Brasília (UNB).

Por William Nascimento





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